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Gravação do DVD de Andrea Amorim

Foto: J.LNesta segunda-feira dia 25 a cantora Andrea Amorim gravou parte de seu DVD no estúdio Albatroz na Barra da Tijuca, que contou com a participação de Roberto Menescal em algumas trilhas sonoras, não só de Menescal mas de Sampainho, o ex-prefeito de Caetés, que sempre acompanhaAndrea desde o início de sua carreira. Andrea Amorimveio de São Paulo junto com sua banda em uma energia muito positiva. Desde anopassado Andrea firmou uma parceria com o produtor e compositor Roberto Menescalque…Ver mais...
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Dilma Rousseff inicia maratona política em janeiro

No aquecimento para o 4º Congresso do PT, que em fevereiro homologará sua candidatura à Presidência e as diretrizes do programa de governo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai viajar todo fim de semana, a partir da segunda quinzena de janeiro, quando voltar de férias.A maratona servirá não apenas para aproximar a candidata do PT de seu partido como para ajudar a resolver pendências na montagem de palanques com o PMDB nos Estados.O roteiro preparado pelo comando da campanha de…Ver mais...
28 Dez, 2009



Walter Moreira Salles Jr. (Rio de Janeiro, 12 de abril de 1956) é um cineasta brasileiro.

Filho de Elisa Margarida Gonçalves e do embaixador e banqueiro Walter Moreira Salles, da família que detém o controle do grupo Unibanco, adquiriu projeção internacional, especialmente após os seus filmes que foram nomeados para o Oscar. É irmão do banqueiro Pedro Moreira Salles e de João Moreira Salles, também um cineasta. E meio-irmão de Fernando Roberto do primeiro casamento de seu pai. E é pai de Vicente, nascido em Julho de 2006

Depois de estudar Economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, se graduou com uma licenciatura em comunicação audiovisual Universidade de Artes Cinematográficas do Sul da Califórnia.[1]

Seu primeiro filme relevante, Terra estrangeira, foi rodado em 1995 e premiado como melhor filme do ano no Brasil e selecionado para mais de 40 festivais no mundo todo. Em 1998 lançou Central do Brasil, que recebeu ampla aclamação internacional e duas indicações ao Oscar, de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz para Fernanda Montenegro. Em 2001, Abril Despedaçado , estrelando Rodrigo Santoro, foi nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. Ambos os filmes tiveram distribuição mundial. Em 2003, Salles foi eleito um dos 40 Melhores Diretores do Mundo pelo The Guardian. Seu maior sucesso internacional até agora tem sido Diários de Motocicleta (2004), um filme sobre a vida do jovem Ernesto Guevara, que mais tarde ficou conhecido como Che Guevara. Foi a primeira incursão de Salles como diretor de um filme em um idioma diferente do seu nativo, português (espanhol, neste caso) e rapidamente se tornou um sucesso de bilheteria na América Latina e Europa. Em 2005, é lançado seu primeiro filme em Língua Inglesa, que é também seu primeiro filme hollywoodiano, Água Negra, uma adaptação do filme japonês de 2002 de mesmo nome.

Salles irá dirigir um roteiro de José Rivera, adaptação do livro de Jack Kerouac, On the Road com produção de Francis Ford Coppola. [1]

Fala português, espanhol, inglês e francês fluentemente.

Na GT3 Brasil, Salles pilota um Ford GT e na décima rodada figura como lider do campeonato, mostrando que não só dirige no cinema, como também nas pistas. [2]

]
1 Filmografia
2 Prêmios
2.1 Referências
2.2 Ligações externas


Filmografia
2009: On the Road (pré-produção)
2008: Linha de Passe
2006: Paris, je t'aime (segmento 10)
2005: Água Negra (Dark Water)
2004: Diários de Motocicleta (The motorcycle diaries)
2002: Castanha e Caju contra o Encouraçado Titanic (curta-metragem)
2001: Abril Despedaçado
1999: Adão ou Somos Todos Filhos da Terra (curta-metragem)
1998: O Primeiro Dia
1998: Central do Brasil
1995: Terra Estrangeira
1995: Socorro Nobre (curta-metragem)
1991: A Grande Arte
1989: Chico ou o País da Delicadeza Perdida
1987: Franz Krajcberg: o Poeta dos Vestígios
1986: Japão, uma Viagem no Tempo: Kurosawa, Pintor de Imagens
[editar] Prêmios
Urso de Ouro, no Festival de Berlim, por Central do Brasil" (1998).
Prêmio do Júri Ecumênico, no Festival de Berlim, por Central do Brasil (1998).
BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por Central do Brasil (1998).
Prêmio Golden Satellite de Melhor Filme Estrangeiro, por Central do Brasil (1998).
Prêmio da Universidade de Havana, o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio Gláuber Rocha de Menção Especial, no Festival de Havana, por Central do Brasil (1998).
Prêmio do Público e o Prêmio do Júri Jovem no Festival de San Sebastián, por Central do Brasil (1998).
Indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Filme Estrangeiro, por Central do Brasil (1998).
Indicação ao César de Melhor Filme Estrangeiro, por Central do Brasil (1998).
Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Direção, por O Primeiro Dia" (1998).
Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Roteiro, por O Primeiro Dia (1998).
Prêmio Ariel de Prata de Melhor Filme Latino-Americano, no México Academy Awards, por O Primeiro Dia (1998).
Indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Lançamento de Cinema, por O Primeiro Dia (1998).
Indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Diretor, por Diários de Motocicleta (2004).
Prêmio Rosa Camuna de Ouro, no Encontro de Filmes de Bergamo, por Terra estrangeira (1995).









Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um maestro e compositor brasileiro.[1]

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do Modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.[
Biografia
Filho de Noêmia Monteiro Villa-Lobos e Raul Villa-Lobos, foi desde cedo incentivado aos estudos, pois sua mãe queria vê-lo médico.[3] . No entanto, Raul Villa-Lobos, pai do compositor, funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador[1], deu-lhe instrução musical[4] e adaptou uma viola para que o pequeno Heitor iniciasse seus estudos de violoncelo.[5] Aos 12 anos, órfão de pai,[6] Villa-Lobos passou a tocar violoncelo em teatros, cafés e bailes; paralelamente, interessou-se pela intensa musicalidade dos "chorões", representantes da melhor música popular do Rio de Janeiro, e, neste contexto, desenvolveu-se também no violão. De temperamento inquieto, empreendeu desde cedo escapadas pelo interior do Brasil, primeiras etapas de um processo de absorção de todo o universo musical brasileiro.[4] Em 1913 Villa-Lobos casou-se com a pianista Lucília Guimarães, indo viver no Rio de Janeiro[7]. Em 1915 realiza o primeiro concerto com obras de sua autoria. [4] [1]

Em 1922 Villa-Lobos participa da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte embarca para Europa, regressando ao Brasil em 1930, quando realiza turnê por sessenta e seis cidades. Realiza também nesse ano a " Cruzada do Canto Orfeônico" no Rio de Janeiro[3]. Seu casamento com Lucília termina na década de 1930[8] . Depois de operar-se de câncer em 1948, casa-se com Arminda Neves d'Almeida a Mindinha, uma ex-aluna [8], que depois de sua morte se encarrega da divulgação de uma obra monumental.[9] O impacto internacional dessa obra fez-se sentir especialmente na França e EUA, como se verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua morte.[10] Villa-Lobos nunca teve filhos.[11]

Em 1960, o governo do Brasil criou o Museu Villa-Lobos no Rio de Janeiro.[12]

[editar] Semana de Arte Moderna
Villa-Lobos participou da Semana de Arte Moderna de 1922 apresentando-se em três dias com três diferentes espetáculos:[3]:

dia 13 dia 15 dia 17
Segunda Sonata O Ginete do Pierrozinho Terceiro Trio
Segundo Trio Festim Pagão Historietas: Lune de Octobre; Voilà la Vie; Je Vis San Retard, Car vite s'écoule la vie
Valsa mística (simples coletânea) Solidão Segunda Sonata
Rondante (simples coletânea) Cascavel Camponesa cantadeira (suíte floral)
A Fiandeira Terceiro Quarteto Num Berço Encantado (simples coletânea)
Danças Africanas Dança Infernal e Quatuor (com coro feminino)
Embora tenha sido um dos mais importantes nomes da música a apresentar-se na Semana de Arte Moderna, Villa-Lobos não foi o único compositor a ser interpretado, também foram interpretadas obras de Debussy, por Guiomar Novaes, de Eric Satie, por Ernani Braga, que interpretou também "A Fiandeira", de Villa-Lobos.

O Teatro Municipal de São Paulo foi o primeiro palco "erudito" a receber as obras de Villa-Lobos.


Obra

Busto de Heitor Villa-Lobos ao lado do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.As primeiras composições de Villa-Lobos trazem a marca dos estilos europeus da virada do século XIX para o século XX, sendo influenciado principalmente por Wagner, Puccini, pelo alto romantismo francês da escola de Frank e logo depois pelos impressionistas.[13] Teve aulas com Frederico Nascimento e Francisco Braga.[14]

Nas Danças características africanas (1914), entretanto, começou a repudiar os moldes europeus e a descobrir uma linguagem própria, que viria a se firmar nos bailados Amazonas e Uirapuru (1917). O compositor chega à década de 1920 perfeitamente senhor de seus recursos artísticos, revelados em obras como a Prole do Bebê, para piano, ou o Noneto (1923). Violentamente atacado pela crítica especializada da época,[15] viajou para a Europa em 1923 com o apoio do mecenas Carlos Guinle e, em Paris, tomou contato com toda a vanguarda musical da época.[16] Depois de uma segunda permanência na capital francesa (1927-1930), voltou ao Brasil a tempo de engajar-se nas novas realidades produzidas pela Revolução de 1930.

Apoiado pelo Estado Novo, Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto educacional, em que teve papel de destaque o canto orfeônico, e que resultou na compilação do Guia prático (temas populares harmonizados).[17]

À audácia criativa dos anos 1920 (que produziram as Serestas, os Choros, os Estudos para violão e as Cirandas para piano) seguiu-se um período "neobarroco", cujo carro-chefe foi a série de nove Bachianas brasileiras (1930-1945), para diversas formações instrumentais.[17] Em sua obra prolífera, o maestro combinou indiferentemente todos os estilos e todos os gêneros, introduzindo sem hesitação materiais musicais tipicamente brasileiros em formas tomadas de empréstimo à música erudita ocidental. Procedimento que o levou a aproximar, numa mesma obra, Johann Sebastian Bach e os instrumentos mais exóticos.

[editar] Principais composições

Fac-simile da partitura original feita por Villa-Lobos da música "Os escravos de Job" para o "Guia Prático" em fevereiro de 1938Música Orquestral
12 sinfonias (1916–1957)
Uirapuru (1917)
Amazonas (1917)
Choros
n.º 06 (1926)
n.º 08 (1925)
n.º 09 (1929)
n.º 11 (1928)
n.º 12 (1929)
Bachianas brasileiras
n.º 01 (1930) para 12 Violoncellos
n.º 02 (1930) para orquestra
n.º 03 para piano e orquestra (1938)
n.º 04 (1936) para piano ou para orquestra
n.º 05 (1938-1945) para soprano e 8 violoncellos
n.º 06 (1938) para flauta e fagote
n.º 07 (1942) para orquestra
n.º 08 (1944)
n.º 09 (1945) para orquestra e choro
Erosão (1950)
Odisseia de uma Raça (1953)
Gênesis (1954)
Emperor Jones (1956)
Momoprecoce para piano e orquestra (1929)
5 concertos para piano e orquestra (1945, 1948, 1957, 1954, 1954)
Martírio dos Insetos para violino e orquestra (1925)
2 concertos para violoncelo e orquestra (1913, 1955)
Concerto para Violino e Orquestra (1951)
Concerto para violão e pequena orquestra (1951)
Concerto para Harpa e Orquestra (1953)
Concerto para Harmônica e Orquestra (1953)
Ciranda das Sete Notas para fagote e orquestra (1953)
Fantasia para Violoncelo e Orquestra (1945)
Concerto grosso (1958)
Piano
Danças Características Africanas (1914)
Prole do Bebê n.º 01 (1918)
Prole do Bebê n.º 02 (1921)
Lenda do Caboclo (1920)
Rudepoema (1926)
Choros n.º 05 (1926)
Cirandas (1929)
Saudades das Selvas Brasileiras (1927)
Valsa da dor (1930)
Ciclo Brasileiro (1936)
As Três Marias (1939)
Hommage a Chopin (1949)
Música de câmara
17 quartetos de cordas (1915–1957)
3 trios para piano, violino e violoncelo
Sexteto Místico (1917)
Quarteto Simbólico (1921)
Trio para oboé, clarinete e fagote (1921)
Noneto (1923)
Quarteto de sopros (1928)
Quinteto em Forma de Choros (1928)
Bachianas n.º 01 para conjunto de violoncelos (1930)
Bachianas n.º 06 para flauta e fagote (1938)
Trio de cordas (1945)
Duo para violiono e viola (1946)
Assobio a Jato (1950)
Fantasia Concertante (1953)
Duo para oboé e fagote (1957)
Quinteto instrumental (1957)
Violão
Choros n.º 01 (1924)
Estudos (1924–1929)
Prelúdios (1940)
Música vocal
Canções típicas brasileiras (1919)
Serestas (1925)
Bachianas n.º 05 (1938–1945) para soprano e 8 violoncellos
Floresta do Amazonas (1958)
Modinhas e canções (1933–1942)
Poema de Itabira (1942)
Música Coral
Vida Pura, oratório (1919)
Descobrimento do Brasil, 4 suítes (1937)
Missa de São Sebastião (1937)
Bendita Sabedoria (1958)
Magnificat (1958)
Música Dramática
Izaht, ópera (1912/1918)
Magdalena, opereta (1947)
Yerma, ópera (1956)
A Menina das Nuvens, ópera bufa (1958)


[editar] Estilo
É possível encontrar na obra de Villa-Lobos preferências por alguns recursos estilísticos: combinações inusitadas de instrumentos, arcadas bem puxadas nas cordas, uso de percussão popular e imitação do cantos de pássaros.[19] O maestro não defendeu nem se enquadrou em nenhum movimento,[20] e continuou por muito tempo desconhecido do público no Brasil e atacado pelos críticos, dentre os quais Oscar Guanabarino.[21] Também se encontra em sua obra uma forte presença de referências a temas do folclore brasileiro.

[editar] Reconhecimento
Não obstante as severas críticas, Villa-Lobos alcançou grande reconhecimento em nível nacional e internacional. Entre os títulos mais importantes que recebeu, está o de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nova Iorque e o de fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Música.[22] O maestro foi retratado nos filmes Bachianas Brasileiras: Meu Nome É Villa-Lobos (1979)[23], O Mandarim (1995)[24] e Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão (2000)[25], além de aparecer pessoalmente no filme da Disney, Alô, Amigos (1940), ao lado do próprio Walt Disney[26] . Em 1986, Heitor Villa-Lobos teve sua efígie impressa nas notas de quinhentos cruzados[27].

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Gravação do DVD de Andrea Amorim

Postado em 14 novembro 2010 às 14:59 0 Comentários

Foto: J.L



Nesta segunda-feira dia 25 a cantora Andrea Amorim gravou parte de seu DVD no estúdio Albatroz…

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Dilma Rousseff inicia maratona política em janeiro

Postado em 27 dezembro 2009 às 11:25 0 Comentários

No aquecimento para o 4º Congresso do PT, que em fevereiro homologará sua candidatura à Presidência e as diretrizes do programa de governo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai viajar todo fim de semana, a partir da segunda quinzena de janeiro, quando voltar de férias.A maratona servirá não apenas para aproximar a candidata do PT de seu partido como para ajudar a resolver pendências na montagem de palanques com o PMDB nos Estados.



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Em 12:18pm on dezembro 20, 2009, Jônatan Leblanc adicionou um presente a seu próprio perfil...
Às 10:41 em 8 dezembro 2009, sandra recalde disse...
legal,
parabens!!!
um abraço
sandra
Às 12:53 em 4 dezembro 2009, sandra recalde disse...
Oi Jonatan,
bem vindo!!!
sandra
Às 13:24 em 30 novembro 2009, Natanael Martins disse...
Querido seja imensamente bem vindo a nossa rede de mobilização social genuinamente brasileira, com conteudo e desenvolvimento 100% nacional.

Esperamos sua contribuição para melhorarmos nosso espaçao.

abraços...
 
 
 

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