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O Desempenho da Economia.

            O desempenho da economia brasileira em 2009, que registrou queda de 0,2% do PIB, deve ser o sexto melhor entre os países do G20, grupo que reúne as maiores economias desenvolvidas e…Continuar

Iniciado por Luiz Celso Galino Cassi 11 Mar, 2010.

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Comentário de Renaldo Chagas em 23 agosto 2010 às 19:50
No Governo Lula/Dilma já são mais de 10 milhões e trezentos mil empregos com carteira assinada até julho de 2010.
Comentário de Fabio Rosa em 23 junho 2010 às 1:52
Boa noite, companheiros!

Gostaria da sua opinião sobre um artigo que escrevi, que trata da manipulação da opinião pública por parte da grande mídia.

O artigo encontra-se em http://bit.ly/dBgzC9

Convido também a seguir meu perfil no Twitter em http://twitter.com/fabiorms

Saudações,
Fabio Rosa.
Comentário de Renaldo Chagas em 26 maio 2010 às 10:40
A geração de emprego com carteira assinada, no Brasil, em abril foi um excelente resultado. Foram gerados 305.068 empregos formais acumulando no ano 962.327 novos postos de trabalho, demonstrando a competência administrativa do atual Governo.
Comentário de PARTIDO DO MEIO AMBIENTE - PMA em 13 março 2010 às 11:16
PARTICIPEM DA CONSTRUÇÃO DO PMA - PARTIDO DO MEIO AMBIENTE
WWW.PARTIDODOMEIOAMBIENTE.COM.BR
VAMOS JUNTOS DEFENDERA NATUREZA
EM 2010 PMA É DILMA
O BRASIL PRECISA CONTINUAR NOS TRILHOS DO DESENVOLVIMENTO
Comentário de Luiz Celso Galino Cassi em 11 março 2010 às 12:54
O desempenho da economia brasileira em 2009, que registrou queda de 0,2% do PIB, deve ser o sexto melhor entre os países do G20, grupo que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo. Nesse grupo, foram pouquíssimos os países que tiveram crescimento do PIB em um ano de crise econômica mundial.
Diante do fato, a crítica recai na discussão do orçamento participativo popular que o PSDB afirma realizar em administração realizadas as Capitais da sua gestão. Onde exatamente, queremos questionar, por exemplo. O cidadão comum ou profissional liberal que queiram participar de uma audiência pública no bairro da sua cidade ou reunião pública do posto de saúde do seu bairro NÃO lhe é permitido. É proibida a permanência. A participação. Têm que ser pessoa jurídica de qualquer associação ou movimento social favorável ao grupo fechado ou associado com cadastro de doentes/usuário do posto de saúde ou no cadastro de convidados de audiência pública, o resultado deste popular publicitário do PSDB que as pessoas cidadãs em discutirem o orçamento, os recursos disponíveis e o gasto público fica na publicidade e marketing. Para que um economista ou mesmo o cidadão comum possa dialogar e cuidar da administração da escassez dos recursos disponíveis tendo em vista a satisfação dos ilimitados desejos da sociedade, fica no monólogo. Você acredita que o discurso, a partir de agora, do PSDB de geração de emprego e renda ao País através de gestão inovadora esta de confronto com a democracia participativa e popular do Goveno Dilma Rousseff ? Opine por gentileza. Parabéns pela participação a sua colaboração é fundamental para todos. Obrigado.
Comentário de Raymundo Araujo Filho em 11 março 2010 às 10:10
Prezado Luiz Celso

Keynesianismo de Dilma?

Bolsa Família = a 5% do régio pagamento dos juros da dívida

Doação pera as empresas pivadas dos recursos da união, sob a rubrica de "execulção das políticas de desenvolvimento"

Privatização dos gaseodutos, das esteradas, da Navegação de cabotagem, energia elétrioca, petróleo, iniciadas umas e não contestadas outras, pelo Keynesianismo que apontas, erradamnete, a meu ver.

Manutenção de um superávite primário, em compra dos Títulos do Tesouro nacional dos EUA, que pagam juros baixíssimos, e não pagamento da dívida externa (mentirosamente "paga" por Lulla, mas que já vai a R$220 bi - dados do SIAF).

Besteira achar que o projeto de Dilma e Serra se diferem na questão do emprego. Foi o arrocho de FHC, naquele estágio de implantação das políticas neo liberais que possibilitaram o "distensionamento" econômico de Lulla. O mundo, assim com o as políticas do Capital, são dinâmicos.

Ao Capitalismo Internacional de hoje, em seu estado oligopoplista e de sequestro das instituições e governos, não mais cabe o arrocho total, mas sim o emprego superfaturado em lucros, nas joint ventures privatizantes em TODOS os setores estratégicos do país.

Estamos vendo os serviços esseenciais à população sendo vilmente usufuídos pelas empresas, com o beneplácito do governo que não as admoesta.

Lulla- Dilma é o perfil dos dirigentes entreguistas que o Capital precisa neste momento.

País nenhum do mundo melhorou as condições de seu Povo, aceitando as migalhas do Capital.

Com Dilma, aguardem, teremos a privatização dos aeroportos, sda saúde, da previdência e seguridade social, entre outras.

Quem há de contestar isso?

Dilma, a meu ver, ganha no primeiro turno, quase como unanimidade, pois é a preferida do capital internacional. É sso que está em discussão.
Comentário de Luiz Celso Galino Cassi em 9 março 2010 às 21:01
Quando compararmos, a partir de junho de 2010, o Plano de Governo de DIlma com o Plano de Governo Serra. Enquanto, o continuísmo que irão debater sobre o Governo Lula com o Desenvolvimento Sustentável Keynesiano comparativamente ao Plano Serra que irá com toda a certeza nas entrelinhas estar estruturado no plano econômico do Monetarismo. Mas o que isso, representará em aspectos práticos? Que caso o Governo Serra ganhe as eleições teremos no Brasil, uma nova classe D. A classe D de desempregados e desempregadas. Ao País implicará arrocho salarial e o arrocho de direitos aos trabalhadores e trabalhadoras que saírão do mercado de trabalho.
Comentário de Raymundo Araujo Filho em 25 fevereiro 2010 às 23:57
Crescimento da ‘Classe C’ não resulta de políticas conjunturais de governo algum Escrito por Guilherme Costa Delgado 20-Fev-2010

Há uma profusão de análises sócio-econômicas, sócio-políticas e também mercadológicas sobre um fenômeno que por simplificação comunicativa vou chamar de emergência de uma classe média baixa, com rendimentos familiares entre 1 a 4 ou 5 salários mínimos. Este grupo costuma figurar na classificação das pesquisas de mercado com a denominação de Classe "C"- há variantes dessa estratificação, que contudo não invalidam o cerne do fenômeno.

Essa Classe C tem aumentado consistentemente em cada PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE) sua participação naquilo que a partir dos dados dessa Pesquisa se denomina distribuição de renda, que na verdade é a distribuição da renda do trabalho, acrescida da renda oriunda dos direitos sociais.

É tal a importância dessa "Classe C" que os politólogos a vêem como uma espécie de "mala de votos" que elegeria o futuro presidente; os pesquisadores de mercado a vêem como consumidora virtual de um mercado interno em transformação; os pesquisadores das ciência sociais falam em um novo fenômeno de mobilidade social de massa, com reflexos já observados na melhoria da distribuição da renda do trabalho (conforme diferentes indicadores que se adotem no período 1996-2008, utilizando-se os dados anuais das PNADs).

O tamanho absoluto desse grupo social é de cerca de metade dos domicílios totais do país, apurados nessa Pesquisa Domiciliar entre 2006 e 2008. Em termos de renda familiar, esse grupo pode ser descrito pela faixa de renda de ½ a 2 salários mínimos per capita e correspondeu respectivamente a 50,3% e 51,7%do total das famílias brasileiras, segundo as respectivas estimativas das PNADs de 2006 e 2008.
O fato sócio-econômico

O crescimento da Classe "C" é evidência empiricamente demonstrável, com implicações também demonstráveis na melhoria da distribuição da renda dos trabalhadores. As conseqüências deste fato social comportam muitas leituras, como destacamos no início deste artigo. Mas falta esclarecer sobre as causalidades do fenômeno, que é observável há mais de uma década (a melhoria do Índice de Gini das PNADs é sistemática de 1996 até 2008).

As causas reais da melhoria continuada da distribuição da renda do trabalho, nas versões oficiais ou oficiosas, seriam atribuíveis ou à estabilização monetária (governo Fernando Henrique Cardoso) ou ao Programa Bolsa Família (governo Lula), ou ainda seriam reflexo de uma espécie de geração espontânea, oriunda da dinâmica do próprio mercado de trabalho, onde se observou ciclo fortemente ascendente de emprego formal.

Todas essas versões que circulam abundantemente nas mídias impressas teimam em desconhecer um fato notório. A estruturação dos direitos sociais nos sistemas previdenciários geridos pelo INSS e demais benefícios monetários e em espécie da Seguridade Social (Saúde, Seguro Desemprego e Assistência Social), pelo seu peso quantitativo absoluto e ainda pelo vínculo dessas políticas à valorização do salário mínimo, são o vetor permanente e principal, explicativo do surgimento dessa Classe "C". Ademais, houve crescimento forte do emprego formal, restrito às faixas de 1 a 3 salários mínimos, com a conotação de que esse emprego demanda avidamente a condição da formalização, que implica sua inserção no campo dos direitos sociais.

Essa categoria sócio-econômica que tem crescido no Brasil não é fruto do acaso ou de políticas conjunturais do governo. Reflete, sim, a consciência crescente e o exercício cidadão de demandas por direitos sociais. Minimizar este fenômeno é um equívoco; atribuí-lo apenas à operação do governo atual não é verdadeiro; desvinculá-lo da política social do Estado brasileiro não ajuda a entender o fenômeno.

Estratégias tácitas ou explícitas de constrangimento ou reversão dos direitos sociais básicos e da política gradual de valorização do salário mínimo, que se aninham em conjecturas de "reformas" tributária e previdenciária das principais candidaturas presidenciais, sob a etiqueta da contenção a qualquer custo dos gastos correntes do Orçamento, estão na contramão da dinâmica desta Classe "C", cuja espinha dorsal depende dos gastos correntes com benefícios monetários e em espécie da política social de Estado (atualmente esses benefícios correspondem a ¼ do PIB).

Finalmente, superado o ceticismo sobre a existência do fenômeno da ascensão desse grupo social, cabe indagar sobre o significado deste fato social. É irreversível? É causa eficaz da mudança da distribuição da renda do trabalho, com conseqüências sobre a ampliação do mercado interno? Faz avançar a consciência social? Ou é apenas objeto mercadológico passivo e de manipulação eleitoral, como aparentemente o observam consultores e analistas freqüentes dos cadernos econômicos e culturais dos principais jornais do país?

Guilherme Costa Delgado é doutor em Economia pela UNICAMP e consultor da Comissão Brasileira de Justiça e Paz.

Comentários (1)

1. Escrito por Raymundo Araujo Filho
Vamos ao Telão!
Estava para escrever um artigo sobre esta falácia da "ascenção" de uma classe média brasileira, o seu "alargamento" e os benefícios que este (des)governo entreguista de Lulla e do PT (com seus aliados) nos proporciona.

Faço aqui, então, um simples exercício de Contador, verificando os gastos destes que, falaciosamente, são alçados ao patamar de Classe média, com rendimentos que vão de cerca de R$1115,00 a R$4800,00, perfazendo EM Média, então R$2000,00, para uma família de 4 pessoas.

A primeira constatação é que há um abismo que separa a ponta de baixo da ponta de cima da faixa salarial da "nova classe média", sendo a mais alta duas vezes e meia maior do que a inferior, e perfazendo de forma decrescente a quantidade de famílias atingidas, de acordo com o aumento da faixa salarial.

Mesmo sabendo disso, vou considerar o salário médio desta "classe média", em R$2000,00 / mês, para dar uma lambuja aos economistas entreguistas pró Lulla.

Pois bem, defendo a tese, facilmente constatada, que esta "classe média" mantém 50% de seus gastos em consumo e serviços que o Estado teria a obrigação de prover, mas não o fazendo, empurra a população a comprá-los da iniciativa privada, além de manutenção de regras draconianas nas concessões e serviços essenciais, que pagamos os preços mais altos do mundo (energia, telefonia, entre elas).

Vamos ao Telão:

Salário R$2000,00

IR = 7,5% = R$150

Sub Total da sobra: R$1850

Alimentação (miserável) = R$300

Sub Total da sobra: R$1550

Escola e Material Escolar = R$600,00 (considerando o preço de escolas particulares para a baixa renda, com dois filhos) - lembrando que estou fazendo uma MÉDIA do gasto no setor, por todas as faixas salariais da "classe média").

Sub Total da sobra = R$950

Plano de Saúde e Medicamentos (por baixo)= R$400

Sub Total da sobra = R$550

Transporte = R$200,00 (considerando o que gasta a família durante um mês para trabalho, escola e lazer)

Sub Total da sobra = R$350

Luz, Gás e Água/ Esgoto - R$200,00

Sub Total da sobra = R$150,00.

Telefonia (fixa e celular pré paga), Net, Internet = R$150,00

Como vêm, por este cálculo, prá lá de generoso, pela depreciação as despezas, não sobra dinheiro para lazer, cultura (livros e discos, alugeuel de filmes DVD), e sequer para prestações de eletrodomésticos, carro e casa própria.

Assim, como sabemos que há este consumo a base de prestações baixas e juros escorchantes, podemos concluir que são retiradas das dspezas com alimentaçao e saúde, as únicas que podem ser móveis, não sendo o motivo da má alimentação popular e índices de doernças assustadoras, como atestam as portas dos Hspitais e UPPAs.

Aprofundando mais um pouco, vemos, e tornando verdadeira a tese de que há uma grande transferência da massa salarial para as corporações que dominam os Serviços Básicos à População, identificadas com as despesas com saúde, medicamentos, escola e material escolar que, juntas, perfazem mais de 50% dos míseros R$2000 redentores do (des)governo Lulla. Acontece que estes ítens, pela Cosntituição Brasileira, deveriam ser oferecidos gratuitamente à toda à população, notadamente a mais carente de recursos, vá lá.

Assim, esta falácia Lullo-Petista-Dilmista- PMDebista apenas representa uma esperta engrenagem para transferir para particulares (notadamente prestadores de serviços essenciais) boa parte da massa salarial "emergente" que Lulla se gaba de ter proporcionado ao Povo, mas na verdade, proporcionou às corporações as quais serve.

Uma classe média sem investimentos, sem poupança e gastando tudo o que ganha mensalmenhte, sujeita a juros escorchantes, a meu ver, é uma classe de bobos.

Como dizia o velho humorista Aporelly, o Barão de Itararé "Os Vivos são governados pelos MUITO Vivos".

P.S. - É Óbvio que nas faixas salariais maiores na escala da classe média Lullista, as relaços se mantêm, pois moram, estudam e gastam seus salários em aumento proporcional de preços pela qualidade procurada.
Comentário de Wagner Wiliam da Silva em 23 fevereiro 2010 às 7:41
Caro Paulo, caros companheiros!
Não estou certo de que a sociedade, ou mesmo o Estado tem grande autonomia para interferir nos processos econômicos. No meu modo de ver, no capitalismo, os nexos de sociabilidade são determinados pelos interesses do capital. Aqui reside talvez o maior desafio do PT, qual seja: fazer uma boa gestão do capitalismo, o que já provamos ser capazes, sem perder de vista a necessidade de superação deste sistema através da construção do socialismo.
Obviamente, não é necessário grande conhecimento de história contemporânea para perceber que "hoje" não existe uma janela de oportunidade aberta para a superação deste sistema, sendo assim, convivamos bem com o capital até o momento oportuno para sua superação. Enquanto isso, talvez devêssemos imprimir maiores esforços no sentido de discutir mais a respeito de qual sociedade é essa que queremos construir.
Abraço a todos
Comentário de Paulo Márcio de Mello em 23 fevereiro 2010 às 7:18
A sociedade, através do Estado ou por outros caminhos, tem o poder de interferir em qualquer peça da engrenagem econômica.
 

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