MobilizaçãoBR

MobilizaçãoBR

ANPIR-ASSOCIAÇÃO NEGRITUDE DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Informação

ANPIR-ASSOCIAÇÃO NEGRITUDE DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Membros: 13
Última atividade: 30 Ago, 2011

O que é a Anpir!!

Fundada em 20 de Novembro de 2004- luta contra toda forma de discriminação e Preconceito Racial! A Anpir tem promovido varias ações!na area da Educação, Saúde, Cultura e Lazer. Temos Representate na Direção do Forum Permanente Estadual Etnico Racial do Paraná, e particpamos desde o começo das articulações e projetos que visam acabar com a discriminação promovendo a igualdade Racial. Ficamos honrados de ver que a semente plantada começa dar frutos. A criação do Ministerio da Promoção da Igualdade Racial, Secretarias, Estatuto da Igualdade Racial e Obrigatóriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira. Sabemos que temos muito a apreender, ensinar e conquista mas temos a certeza de que estamos no rumo certo. Tudo isso deve-se a Luta de todos que querem uma Sociedade mas justa e igualitaria. Todos somos diferentes!! Porém temos que se tornar iguais aos olhos da Sociedade e termos as mesmas oportunidades e sermos respeitados, Não pela Conta Bancaria, não pela cor da pele mas por ser Ser-Humano capaz como qualquer outro.

Fórum de discussão

Este grupo ainda não possui nenhum tópico.

Caixa de Recados

Comentar

Você precisa ser um membro de ANPIR-ASSOCIAÇÃO NEGRITUDE DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL para adicionar comentários!

Comentário de Fabi em 21 abril 2011 às 2:54
Quero ser o 12º membro desse grupo
Comentário de JANIO GUIMARAES RIBEIRO em 3 março 2011 às 10:48

Estatudo da Igualdade Racial, aprovado:  Negro em condições iguais com os brancos, não pode. Agora jogando capoeira, nas favelas pode.

Daqui a pouco até no carnaval  vai precisar estabelecer cotas.

Comentário de Cleide Lima em 10 dezembro 2010 às 22:00

Curso Com a Prof- Aracy Adorno dos Reis !abordou racismo e violência contra a mulher negra
para marcar
o Dia Nacional e Municipal
da Consciência Negra. A
da XIV Semana Negritude
e IV Semana África-Brasil.
No sábado aconteceram
curso na Unipar/Universidade
Paranaense e também
uma confraternização, com
homenagem a personalidades
negras paranavaienses.
Neste ano as atividades
promovidas pela Associação
Negritude de Promoção da
Igualdade Racial (Anpir) e
APP-Sindicato são também
um tributo a João Cândido,
marcando os 100 anos da Revoltada
Chibata, o movimento
no Rio de Janeiro de marinheiros
contra os castigos
físicos.
A primeira atividade da
Semana Negritude foi o curso
que abordou gêneros, racismo
e violência contra a mulher
negra. O tema foi ministrado
pela professora Aracy Adorno
dos Reis, presidente do
Instituto de Mulheres Negras
Enedina Alves Marques.

Comentário de Cleide Lima em 10 dezembro 2010 às 21:52
23/05/2010
NEGRO=PRETO+PARDO
ANPIR tem outra interpretação a dados do IBGE

A ANPIR (Associação Negritude de Promoção da Igualdade Racial) de Paranavaí, através do seu presidente, professor e advogado Celso José dos Santos, tem outra interpretação a propósito de dados do IBGE publicados em reportagem elaborada pelo jornalista e professor Saul Bogoni (que utilizou rigorosamente os dados do IBGE), sobre a presença dos negros em Paranavaí e 38 municípios da região Noroeste, publicada no último dia 11 de maio pelo Diário do Noroeste. Na reportagem constou a presença de 3,51% de negros mas, na sua análise, constam 35,6%. Ele explica que a categoria pesquisada pelo IBGE no quesito “cor” ou “raça” é definida como “branca”, “preta”, “parda”, “amarela” e “indígena” e,portanto, a categoria “negra” não é uma simples associação ao quesito de cor “preta”, que ele diz ser um erro conceitual. Para ele, a categoria de análise “negra” é decorrente de uma análise da pesquisa do IBGE e a junção de duas respostas apresentadas no Censo, ou seja, “negro=preto+pardo”.

O artigo do presidente da ANPIR é o seguinte:

Diferente do que constou na reportagem publicada na página 06 do Jornal Diário do Noroeste do último dia 11 de maio de 2010, pelo Colunista Saul Bogoni, a População Negra existente na Região Noroeste (nos municípios selecionados na matéria em questão), era de 35,60%, utilizando-se como fonte de análise os dados do Censo Demográfico de 2000, coletados pelo IBGE, e não como publicado na matéria “Região Noroeste concentra 3,51% de negros”

Numa análise mais apurada dos resultados do Censo do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2000, no que se refere ao quesito “COR ou RAÇA”, conforme quadro anexo, o percentual da população NEGRA no Brasil era de 44,66% (75.872.428 habitantes), no Sul do Brasil era de 15,24% (3.825.963 habitantes) e no Paraná, Estado mais Negro do Sul do País, era de 21,09% (2.017.481 habitantes).

É preciso destacar que o IBGE utiliza, atualmente, como categoria de análise no quesito “COR ou RAÇA”, as cores: BRANCA, PRETA, PARDA e AMARELA e a raça: INDÍGENA e como método de pesquisa a autodeclaração, desse modo a pessoa pesquisada identificará o seu pertencimento étnicorracial, identificando-se com uma das cinco classificações apresentadas pelo IBGE.

Assim, numa leitura direta do Censo, não se pode inferir que a população NEGRA seja apenas aquela que se autodeclara como de cor PRETA, uma vez que a influência do racismo de marca interfere decisivamente na resposta do entrevistado.

Segundo o pesquisador Oracy Nogueira (1985), o Brasil possui um racismo de marca, ou seja, a marca principal que permite a identificação das potenciais vítimas de preconceito é a cor. Para o pesquisador o preconceito se intensifica na razão direta de uma escala de cor que vai do estritamente branco ao completamente preto; quanto mais negra é uma pessoa maior é a probabilidade de ser vítima do preconceito. Em essência, as categorias branca, parda e preta refletem essa escala: são os dois pontos extremos e as posições intermediárias sintetizadas em uma única categoria.

Ocorre que ao se autodeclarar, o pesquisado sofre a influencia desse abominável fenômeno social que é o racismo e, muitas vezes, pelo fenômeno perverso do “branqueamento” é, muitas vezes, levado a se autodeclarar mais branco do que na realidade o é. Contudo ao analisar os indicadores sócio-econômicos dos que se declaram como PRETOS ou como PARDOS, percebe-se uma identificação muito grande entre essa população e um brutal distanciamento entre os que se autodeclararam como BRANCOS.

Por essa razão, pesquisadores sérios e renomados, bem como instituições científicas e governamentais, além do movimento social identificam como NEGRAS as pessoas que no Censo do IBGE se declararam como PRETAS ou como PARDAS.

O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) em trabalho desenvolvido pelo pesquisador Rafael Guerreiro Osório, e publicado em 2003, sob o Título “O Sistema Classificatório de “Cor ou Raça” do IBGE”, desenvolvido no âmbito do Projeto BRA/01/013, “Combate ao racismo e superação das desigualdades raciais”, realizado, com recursos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) confirma que

“a agregação de pretos e pardos e sua designação como negros justificam-se duplamente. Estatisticamente, pela uniformidade de características socioeconômicas dos dois grupos. Teoricamente, pelo fato de as discriminações, potenciais ou efetivas, sofridas por ambos os grupos, serem da mesma natureza. Ou seja, é pela sua parcela preta que os pardos são discriminados. A justificava teórica é obviamente mais importante, pois ao fornecer uma explicação para a origem comum das desigualdades dos pretos e dos pardos em relação aos brancos, coloca os dois grupos como beneficiários legítimos de quaisquer ações que venham a ser tomadas no sentido de reverter o quadro histórico e vigente dessas desigualdades. (Ipea texto para discussão | 996 | nov. 2003, disponível em http://www.ipea.gov.br/pub/td/2003/td_0996.pdf)”.

Essa referência científica e oficial serve para reafirmar que não é pela influência de ONGs ou de ENTIDADES, que lutam historicamente pelo fim da escravidão e pela superação de suas conseqüências, combatendo todas as formas de preconceitos e discriminações raciais existentes em nosso País e em nosso Estado do Paraná, que os livros didáticos e os documentos oficiais interpretam os dados do Censo do IBGE agrupando PRETOS e PARDOS e não excluindo. Ao contrário, a Região Noroeste possui a maior concentração da população negra do Paraná, tendo Municípios como Paranapoema (59,26%), São João do Caiuá (54,42%), Paranacity (53,76%) e Santo Antonio do Caiuá (50,10%), cuja maior parte de sua população é negra e os demais municípios da Região Noroeste possuem concentração superior à média do Estado do Paraná (21,09%).

O Paraná, Estado mais negro do Sul do Brasil, até pouco tempo bradava a inexistência de negros em seu território, numa nítida posição eugênica. E Paranavaí, com um terço de sua população (31,61%) negra, tem que envidar esforços no sentido de fazer com que o desenvolvimento econômico e social chegue também a essa parcela da população que, “por triste coincidência” pode ser encontrada na região mais periférica de nosso Município, embora nossos antepassados tenham sido pioneiros na ocupação dessa região.

É inconcebível afirmar que em Paranavaí há apenas 3,05% de NEGROS e na Região Noroeste 3,51%. Mesmo que empiricamente bastaria olharmos para nossos vizinhos, amigos, parentes e conhecidos, colegas de trabalho e de estudo para vermos o enorme contingente de população negra existente em nossa cidade e região.

E mais, acaso ter poucos negros seria algo bom para nossa região? Será que o bom é apenas o fato do Paraná ser o 3º Estado preferido por estrangeiros? Ou ainda, será que o fato da Região Noroeste, ser a região mais negra do Estado, fez com que a mesma fosse discriminada, encontrando-se hoje entre uma das regiões mais carentes do Paraná, com reduzido volume de investimentos públicos, se comparada a outras regiões estaduais?

Nesta época em que se rememoram 122 anos de assinatura da Lei que aboliu a escravatura no Brasil, há de se perguntar quando chegarão aos afrodescendentes de escravizados (negros) os frutos dos mais de 400 anos de trabalhos forçados prestados a esse País. Quando haveremos de ver aprovado o Estatuto da Igualdade Racial? Quando haveremos de poder comemorar um único feriado a um herói negro? Quando haveremos de ver as políticas públicas de ação afirmativa e de reparação sendo efetivamente implementadas?

O país passa por transformações profundas, onde todos, sobretudo os menos favorecidos começam a ser incluídos. Pela primeira vez na história temos um Ministério preocupado com a igualdade racial do povo brasileiro. Pela primeira vez o Governo do Estado assina um Pacto pela Promoção da Igualdade Racial, inclusive tendo estruturas governamentais específicas para promover a Educação das Relações Etnicorraciais. E depois de séculos de lutas, o Movimento Negro e as organizações sociais tem espaço para interferir na formulação de políticas públicas para promover a cidadania de seu povo, e em particular da parcela negra de sua população.

Em 2009, Paranavaí realizou sua primeira Conferencia Municipal de Promoção da Igualdade Racial, porém é preciso dar consequência pratica às decisões aprovadas, para que, num futuro próximo não tenhamos mais pessoas que não percebam a presença negra em nossa cidade e em nossa região, mas ao contrário valorizem e se orgulhem dessa presença negra.

Minha dor é perceber, que apesar de termos feito tudo o que fizemos

Ainda somos os mesmos, e vivemos

Ainda somos os mesmos, e vivemos

Como os nossos pais...

(Belchior)

Fonte: * Celso José dos Santos, é Advogado, Especialista em Direito do Estado, Professor da Rede Pública Estadual de Educação do Paraná, Secretário Educacional da APP-Sindicato – Núcleo Sindical de Paranavaí, Presidente da ANPIR – Associação Negritude de Promoçã
Comentário de Cleide Lima em 10 dezembro 2010 às 21:49

Alguns eventos da Anpir!

21/11/2009
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Médico diz que desigualdade econômica e cultural influencia na saúde do negro

 

Momento da palestra no auditório da Fafipa Foto: Ediglei Feitosa

Os indicadores mostram que há desigualdade entre negros e brancos quando o assunto é saúde. Isso acontece como consequência da desigualdade econômica, social e cultural, existente no país. O raciocínio é do médico Vitor Jorge Woytuski Brasil, que esteve em Paranavaí ontem para proferir palestra dentro da Semana Negritude, que se encerra hoje e marca as comemorações do Dia da Consciência Negra (20 de novembro). Especialista em saúde coletiva, o médico utiliza números para reforçar a sua análise. Mostra estudo de 1977, onde consta que a mortalidade entre os brancos era de 76 para cada mil nascidos. Entre os negros essa taxa subia para 96 mortos em cada mil nascidos. A média era de 87 mortes para cada mil nascimentos.

Mesmo estudo, feito em 1993, revela uma grande redução, com a média ficando em 43. O grande problema, diz Brasil, é que a taxa de mortalidade entre os brancos caiu para 37, enquanto a dos negros teve redução menor, fechando em 62 óbitos para cada mil nascimentos.

Interpretando esses índices, o médico, que também é mestre em ciências, diz que a causa é o menor poder aquisitivo, que leva a menos acesso à cultura e aos recursos materiais, bem como itens essenciais como saneamento básico, habitação e outros.

Mesmo sem números em mãos, Vitor Brasil diz que a situação da mortalidade infantil se repete entre as mães. A taxa de mortalidade entre as mães é superior na comunidade negra em relação aos brancos.

Ele fala que as mulheres negras também são minoria quando o tema é emancipação feminina. Nos últimos 50 anos, opina, houve significativos avanços em relação ao direito da mulher. Mas, quando se estuda a população negra, mais uma vez fica evidente que o índice de conquistas é menor.

A origem das desigualdades nos remete ao descobrimento e início da escravidão no país. O palestrante, que também é professor universitário em Curitiba, lembra que a abolição se deu a apenas 121 anos e ainda assim na forma de uma liberdade incompleta. Os negros ficaram sem acesso aos meios de produção e da economia.

Ponto de vista da biologia - Além dos problemas gerados pelas diferenças econômicas, a comunidade negra vive o problema das doenças falciformes. São doenças do sangue e que afeta de 6 a 8% da população negra. A mais conhecida é a anemia falciforme que, nos casos mais graves, pode encurtar significativamente a vida da pessoa.

Por isso, Vitor Brasil defende que o Sistema Único de Saúde esteja atento para detectar a doença. A investigação é simples, mas precisa que os profissionais conheçam e assim possam diagnosticar, uma vez que a anemia falciforme não consta dos protocolos usuais de investigação da saúde.

O palestrante usa a própria experiência para justificar a preocupação, pois, durante todo o curso de medicina teve apenas duas aulas sobre o tema.

Aconselhando as pessoas que têm descendência africana, o palestrante entende que antes de casar, é preciso fazer uma investigação. Se o homem e a mulher apresentarem uma das formas da doença, os filhos terão uma forma mais grave.

O presidente da Associação Negritude de Promoção da Igualdade Racial (ANPIR), o professor e advogado Celso José dos Santos disse que os casos detectados em Paranavaí são encaminhados para tratamento em Curitiba. Ele não soube dizer a quantidade, mas afirmou conhecer uma pessoa com anemia falciforme.

Finalizando, o médico Vitor Brasil opinou sobre o que considera ser negro. Para ele, é uma questão de identidade, de afirmação. Os desafios são muitos, reitera, pois, “a sociedade nos embranquece”, ou seja, tem o seu padrão no ser branco. Brasil cursou medicina numa faculdade onde foi exceção. Dentre os cerca de 500 profissionais formados até o começo dos anos 2000, foi apenas o segundo negro a receber o diploma.

Comentário de Cleide Lima em 10 dezembro 2010 às 21:48

Anpir e Câmara realizam homenagem às Personalidades Negras de Paranavaí

 

Homenageados na sessão da Câmara com os vereadores

Aconteceu na última segunda-feira, durante reunião ordinária na Câmara Municipal de Paranavaí, o encerramento das comemorações do Dia Nacional e Municipal da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro, e também da XIV Semana Negritude e IV Semana África Brasil.

A sessão solene foi marcada com a entrega dos diplomas “Personalidades Negras de Paranavaí”, aos homenageados da noite, pelos relevantes serviços prestados para a promoção da igualdade social nos diversos setores da sociedade paranavaiense.

Receberam os diplomas: Yalorixá Francenilda Araújo da Silva (Dona Nêga), Sérgio Pereira Rezende (Lua), Maria Rosa dos Santos, Wilson dos Santos (Bagunça), Luciana Cardoso de Brito, e Amarildo Aparecido de Souza (Chicletão).

A vice-presidente da Anpir, Cleide Manoel de Lima Nascimento, representando o presidente Celso José dos Santos, falou sobre as conquistas dos movimentos negros e da importância dos mesmos na história e cultura desse imenso Brasil.

“A Anpir homenageou esse ano, além do grande líder negro, Zumbi dos Palmares, o centenário da Revolta da Chibata, e também do líder João Cândido, mais conhecido como Almirante Negro”, explica Cleide Manoel.

Durante a semana passada a Associação Negritude de Promoção de Igualdade Racial, ANPIR, promoveu diversas atividades em comemoração ao dia dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

Comentário de Cleide Lima em 10 dezembro 2010 às 21:40
16
2010

Escola Ilda Campano faz encerramento de projeto sobre cultura afro

===========================================================================

Essa promoção sensibilizou muita gente. Foi um sucesso ! A RPC/ TV-Imagem divulgou uma matéria sobre o evento.  - Veja o vídeo logo abaixo - AQUI no blog também divulgamos esse evento e através de nossa postagem,  sensibilizada, a Associação Negritude de Promoção da Igualdade Racial (ANPIR),presidida pelo professor Celso José dos Santos, passou a colaborar significativamente com a promoção. (JP)

Clique para ampliar
Na semana passada, foi realizado na Escola Municipal Ilda Campano Santini o encerramento do projeto “Faruque, o amor não tem fronteiras”, com apresentação de ritmos africanos, desfile com alunos afro-descendentes, e um almoço com um prato típico africano, a Galinha Kilombola. Este trabalho teve início em abril, quando foi matriculado na escola o aluno Faruque Bashir, de Moçambique, na África. A partir daí, foi dado início a um projeto de inclusão do aluno, bem como um trabalho completo sobre a cultura afro-descendente.

“A curiosidade foi geral, e todos queriam conhecer o novo aluno, o que deu abertura a um grande leque de discussões em torno da diversidade cultural existente na África”, explicou Vera Menezes David, uma das coordenadoras do projeto.

“Com o objetivo de que essa diversidade fosse respeitada, vivenciada e valorizada, surgiu o projeto para auxiliar a inclusão do Faruque no contexto escolar. Essa também foi uma forma de cumprir com a lei que determina a inclusão da temática “história e cultura afro-brasileira” no currículo oficial da rede de ensino”, acrescentou Vera. Segundo ela, o projeto permitiu ainda que outros alunos afro-descendentes da escola também resgatassem a sua auto-estima.

Durante o projeto foram feitas pesquisas e investigação sobre os conhecimentos do continente Africano e sobre as raças formadoras da comunidade escolar Ilda Campano, foram exibidos vídeos interativos sobre a África, além de uma apresentação do grupo de capoeira Guerreiros de Aruanda e uma entrevista realizada com Caído Bashir, pai do aluno Faruque.

Agora, com o trabalho concluído, a escola vai participar do Projeto Agrinho, realizado pelo Senar-PR e Faep, que neste ano tem como tema “Saber atuar para melhorar o mundo”.

Comentário de Cleide Lima em 8 dezembro 2010 às 21:05

A Anpir foi Fundada no dia 20 de Novembro de 2004, com o objetivo de lutar contra a Discriminação e toda forma de Preconceito Racial!
Diretores da Anpir!!
Pres- Celso José dos Santos
Vice-Pres- Cleide Lima
Secretaria Geral- Francisco Lopes
Tesoreiro- Valmir Celeste
Assuntos Juridico- Luzimar c Andrade
Comunicação- Alcione Messias
Ações Afirmativa- renato Rodrigues

Conselho Fiscal
Nivaldo Rocha
Luci Onório
Sandra m Vieira
Willian Nazario
Comentário de Cleide Lima em 8 dezembro 2010 às 20:53
XIV Semana Negritude w VI Africa Brasil !!Jantar Afro dia 20 de Novembro Dia da Conciencia Negra!

 

Membros (13)

 
 
 

Blogs amigos

 

AB - O BLOG
ABUNDACANALHA
ALAN MARTINS AMBIENTAL
ALDEIA GAULESA
ALDICESAR NASCIMENTO
ANAIS POLITICOS
ANININDEUA DEBATES
ANTI TUCANO
BAHIA DE FATO
BLOG CATANHEDE NOTICIAS
BLOG DA DILMA13 BLOGSPOT
BLOG DE ALTANEIRA
BLOG DILMA 2010
BLOG DO ALÊ
BLOG DO BRIGUILINO
BLOG DO CAPPACETE
BLOG DO GADELHA
BLOG DO ITÁRCIO
BLOG DO JEFFERSON MARINHO
BLOG DO JOHN CUTRIM
BLOG DO MELLO
BLOG DO MIRO
BLOG DO PAULINHO
BLOG DO PROFESSOR DENIS
BLOG DO RICK
BLOG DO SARAIVA

BLOG DO ZÉ DIRCEU
BLOG FLIT PARALISANTE
BLOG GILMAR DA ROSA
BOCA QUE FALA
BRASIL AGORA UM PAÍS DE TODOS
BRASIL MOBILIZADO
BRASIL QUE EU QUERO
BRASÍLIA EU VI
BURACOS DO BALTAZAR
CÃO UIVADOR
CIDADANIA.COM
CLOACANEWS
COLUNA DO HONORATO
COM TEXTO LIVRE
CONSCIÊNCIA POLITICA
CONTRAPONTOPIG
DALIA NET
DAVI MACHADO
DEMOCRACIA E POLÍTICA
DESABAFO BRASIL
DIALOGICO
DIÁRIO GAUCHE
DOLADODELA
DOUGLAS YAMAGATA
ECERVITO DE BLOGOLEONE
EDUCAÇÃO POLÍTICA
EM CIMA DA NOTICIA - MOC MG
ENCALHE
ENTRELINHAS
ESQUERDOPATA
ESTOU PROCURANDO O QUE FAZER
EU QUERO FALAR
EXÉRCITO COMUNISTA
FABIO RODRIGUES
FESTIVAL DE BESTEIRAS NA IMPRENSA
FICHA CORRIDA
FLAVIO LUIZ SARTORI
GILSON SAMPAIO
GOVERNO LULA 3 MANDATO
GRUPO BEATRICE
GUERRILHEIROS VIRTUAIS
GUILHERME SCALZILLI
INACIO CARVALHO
INTERESSE NACIONAL
JENIPAPO NEWS
JOÃO SANTANA PARA
JORNALISMO B
JULIANA WEIS
LEITURA GLOBAL
LINGUA DE TRAPO
LUIZ APARECIDO
LUIZ MULLER BLOG
MARCIA SILVA
MARCIOLACERDA PB BLOG
MARIA DA PENHA NELES!
MARIA FRO
MARTA RESING
MINIMO INCOPETENTE E SUSPEITO
NA ILHARGA
NA PRAXIS
NATANAEL LUIZ - BRASIL ATUALIDADES
NEWS FRONT
NOGUEIRA JR
NUNCA ESQUECEREMOS
O BLOG DA POTÊNCIA
O CACHETE
O ESCRIVINHADOR
O PARTISAN
O PTREM DAS TREZE
OLEO DO DIABO
ONIPRESENTE
OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA
OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

PÉ NA TERRA
PIMENTUS ARDIDOS
POLÍTICA COM DEDO NA FERIDA
PONTO DE VISTA
POR UM NOVO BRASIL
PRODUTO DA MENTE
PTEIMOSA
QAE&QSE
QUANTO TEMPO DURA
SATIRO
SEM CENSURA
SOMOS DA SELVA
TABULEIRO POLÍTICO
TERRA BRASILIS
TERRA GOYAZES
TERROR DO NORDESTE
TIA CARMELA E O ZEZINHO
TIJOLAÇO
TIÃO SIMPATIA
TOMANDO NA CUIA
TUDO EM CIMA
TUDO O QUE VC NUNCA QUIS SABER...
UM POUCO DE TUDO
UNAI PARA TODOS
VENDEDOR DE BANANAS

© 2012   Criado por MobilizaçãoBR.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço